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:: abril / maio de 2007 ::
:: Uma luz no fim do Tunel
Da coleta e do descarte de lâmpadas fluorescentes, a Bulbox faz da conservação do meio-ambiente uma prática lucrativa

Para bom empreendedor, novos mercados é o que não faltam. Com alarmantes previsões ambientais, e a necessidade das grandes coorporações de darem destino adequado aos seus materiaisde consumo, criam-se novos nichos de trabalho e de prestação de serviço em que fazer o "policamente correto" pode ser bem rentável.
.... A Bulbox, de Curitiba, é um exemplo disso. Criada em 2005, a partir do desenvolvimento de um equipamento para eliminar o perigo de quebra e evaporação na atmosfera do mercúrio existente em lâmpadas fluorescentes, faturou R$ 900 mil em 2006, mas já está prevendo um salto para R$ 4,7 milhões em 2007, com a expansão para vários estados brasileiros através de licenças e a conquista de clientes com a Petrobrás, Prefeitura Municipal de Curitiba, Infraero, Sanepar, Fundepar, PUC/PR e Brasil Telecom.
.... A Bulbox nasceu dentro da Ambiensys, empresa paranaense de engenharia ligada à gestão ambiental e está correndo o risco de se tornar mais importante que a empresa mãe a partir de uma idéia que resolveu um problema aparentemente simples: o Brasil consome anualmente aproximadamente 100 milhões de lâmpadas fluorescentes e, deste total, apenas 6% das lâmpadas descartadas passam por algum processo de reciclagem.

 

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